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Mami Virgulette 30/08/2010

Posted by rama in Mamis.
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Mami Virgulette, a Guardiã do Povo das Vírgulas.

Todos os pormenores aqui.

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Mad Tea Party 27/06/2010

Posted by rama in Coisas minhas, Mamis em projecto.
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Em Macau, nunca podemos confiar no tempo… por isso, eu e a outra mami (uma conhecida maga da cozinha) decidimos fazer a Festa do Chá Maluco no sábado passado. Em boa hora, porque ontem a chuva torrencial não parou nem por um segundo…

Enviados os convites, feitas as compras, desacertados os relógios… estávamos prontas para uma festa DOIDA VARRRRRIDA!

Estava tudo calmo…

… até aparecer um pássaro.

A C. disse que era um pássaro mágico, porque parecia ter um brilho estranho…

… e foi então que apareceu o Chapeleiro Louco…

… e ele resolveu fazer o impensável, o indizível, o inimaginável: tirar o chapéu.

… e saiu de dentro do chapéu uma magia muito mágica que inundou o jardim e contagiou os convidados. E algo estranhíssimo aconteceu…

… todos começaram a fazer chapéus!!!

Todos, menos o Chapeleiro Louco, que preferiu fazer coisas perigosas, como mexer em tesouras…

… ou espetar pompons em novelos com agulhas…

… ou tentar beber a tinta mágica..

E nasceram chapéus mágicos com poderes secretos!!!

E nasceram fadas…

… e magos…

… e o Chapéu voltou para a cabeça doida do Chapeleiro Louco.

E quando chegaram os soldados da Rainha de Copas, a única coisa que encontraram foi, ao pé de uma árvore, uma Lebre de Março adormecida…

E sim. É verdade. A Alice não apareceu. Mas foi só porque ainda não caiu no buraco. Disse-me o Chapéu que há-de cair lá para dia 8 de Julho…

Façam o favor de visitar o blog da minha louca associada, que deu a ideia ao Chapéu de enfeitiçar toda a gente e pô-los a produzir chapéus, e o blog A Fanciful Twist, da fantástica criadora da Festivity of Madness, Vanessa Valencia, onde poderão encontrar os links para todas as outras Festas do Chá Maluco.

MACAU! 17/02/2010

Posted by rama in Coisas minhas, Mamis, Mamis em projecto.
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Depois de uma semana e meia de jet-lag + uns dias a funcionar a 50%, eis o primeiro post de Á-Má Gao!

A nossa chegada coincidiu com as celebrações do ano novo chinês e, por isso, pude passar quase duas semanas a ouvir os “Uaaaaau!” da C.

Há cor, música e “Kung Hei Fat Choy!” por todo o lado e panchões que rebentam noite e dia.

Largo do Senado

Estamos agora a sair da Fase do Supermercado, também chamada “Que raio de supermercados são estes que não têm carne nem peixe nem fruta nem legumes e onde as bolachas, as bebidas e as massas ocupam 3,8/4 dos corredores?!”, ou ainda “Please… meat? fish? understand?”.

Mas uma pessoa habitua-se e avança, e os conhecimentos adquiridos, esses, ninguém nos pode tirar! Foram estas as conquistas:

1. Aprendemos que carne, peixe, legumes e fruta, só mesmo nos mercados.

2. Aprendemos a dizer “Pac Hap Tchau” (não sei o que significa nem como se escreve, mas é útil: os taxistas não falam senão cantonense, e estas palavras mágicas levam-nos à porta de casa).

Estarmos alojados no edifício mais bonito de Macau só tem um senão: seja qual for a casa para onde nos mudarmos daqui a 15 dias, será sempre infinitamente pior!

3. A C. já sabe cantar uma música inteirinha em mandarim.

4. O A. já comunica com os meninos chineses que apanha pelo caminho – não diz nada; mas o nada que diz, di-lo com entoação chinesa.

5. A avó Madalena já descobriu onde se compra material de pintura.

6. Sempre que possível, estas duas crianças devem sair à rua de gorro – os chineses apontam, riem, tapam a boca, obrigam os seus filhos a tocarem nos cabelos louros da C. e do A., enquanto a C. tenta esconder-se por trás das minhas pernas e o A. por baixo da saia.

7. A comunidade portuguesa em Macau é de uma generosidade sem limites – os lanches, almoços, jantares e passeios com “gente de lá aqui” já foram mais que muitos, e cada uma das pessoas com quem contactámos se desdobrou para nos dar apoio.

8. Compensa tomar refeições fora – pagar 15 euros por um jantar refinado e copioso para 4 pessoas não existe… só mesmo em Macau.

9. Com o comum dos chineses, não vale a pena tentar falar inglês ou qualquer outra língua – é frustrante e inútil. Tenho andado a construir uma lista de nomes de ruas, sítios, objectos, etc., em chinês e, cada vez que preciso de comunicar, uso-a. A minha vida melhorou desde que tive esta brilhante ideia. Se, por acaso, a palavra ou frase não constar da lista, é tentar em inglês – mas o inglês falado da forma mais macarrónica que se conseguir. É que inglês com pronúncia inglesa simplesmente não resulta.

10. Tenho de ter paciência com a C. – à porta de cada loja, de cada prédio, em cada esquina há um altar. E a C. pára em todos para rezar.

Com tudo isto, a Mami Virgulette tem andado caladinha, armada em Bela Adormecida. Esta noite vou acordá-la. Nem ela sabe a longa viagem que a espera…

Mil desculpas não chegam… 14/01/2010

Posted by rama in Mamis.
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… para justificar esta ausência.

Ainda assim: mil desculpas. E a promessa de que não volta a acontecer.

Passemos agora às novidades.

Macau - imagem "emprestada" de http://era-uma-vez-na-asia.blogspot.com

Para quem ainda não sabe, esta Rama vai para Macau.

O que significa que as Mamis vão passar a ser concebidas… no Oriente! E o que significa também que lá vou descobrir tecidos lindos, papéis lindos, fitas lindas, novas técnicas para aprender e sítios maravilhosos e diferentes que muito me vão inspirar!

Idem

A partida é dia 1 de Fevereiro. Até lá, e desde há umas semanas, só vejo papeladas, lojas do cidadão e caixotes e mais caixotes. Pena, pena, só tenho de deixar pessoas e livros. Se pudesse, levava-os (quase) todos comigo.

Bom, mas o trabalho, por aqui, não são só arrumações.

Sim. Há uma Mami a caminho. Mas não posso revelar muito para não estragar a surpresa. É que esta Mami está a ser feita para uma pessoa muito especial. Uma pessoa que não sabe nada do que aí vem. Por isso… shhhhhhhh…. bico fechado!

Para me redimir da minha prolongada ausência, aqui vão partes de páginas do livro que vai acompanhar esta Mami:

Nos próximos dias haverá mais notícias desta Mami Virgulette.

Até lá, deleitem-se com o(s) this & that do blog ohjoy:

Raquel, a menina-poética 12/10/2009

Posted by rama in Mamis.
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A Raquel já tem muitos anos. Não é propriamente velhota, mas já tem alguns.

Mesmo com estes anos todos, há muitas coisas que ela ainda não sabe.

Ela não sabe que, quando junta palavras em frases, nos faz sorrir e nos faz chorar. Não sabe que, por isso, nos prolonga a vida.

Ela não sabe que tem a essência da Mami Madeleine – a coragem, a determinação, a sensibilidade, o voo, as asas, a solidão, a tenacidade e a poesia da Madeleine.

Ela não sabe que é a memória do nome que o nosso sangue carrega. Não sabe que é a força do nosso nome.

Acho que não sabe (saberá?) por que razão é uma menina poética.

É poética porque diz poesia em tudo o que faz. Porque tem uma mente que fervilha com o coração, porque, quando está silenciosa, os seus sentires gritam, e (acreditam?) quem está junto dela consegue ouvir o som ensurdecedor das suas palavras mudas.

A Raquel é de ouro e de estrelas, e a Mami Madeleine sempre lhe pertenceu.

Parabéns, querida Raquel.

(Vou fazer batota: amanhã substituo as fotografias – a cozinha, 1h30 da manhã e uma pedrada de sono não são as condições ideais para fotografar seja o que for…)

Oh! um laço... a fechar uma caixa... a caixa da Raquel!

Oh! um laço... a fechar uma caixa... a caixa da Raquel!

Mas esta caixa é enorrrrrrrme! O que estará lá dentro?!

Mas esta caixa é enorrrrrrrme! O que estará lá dentro?!

A Mami Madeleine!! Quando tirar esta mesma fotografia com a luz do Sol, ficará logo tudo com outra frescura... em vez de parecer o caixão do Drácula... Mwahahahahaha! (ando meia maluca com esta história do halloween...)

A Mami Madeleine!! Quando tirar esta mesma fotografia com a luz do Sol, ficará logo tudo com outra frescura... em vez de parecer o caixão do Drácula... Mwahahahahaha! (ando meia maluca com esta história do halloween...)

Mami Lilith – era uma vez o halloween… 08/10/2009

Posted by rama in Mamis, Mamis em projecto.
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O halloween sempre foi uma festa que ignorei.

Nunca me interessou, e sempre me irritaram as brincadeiras, as abóboras, a ridicularização das trevas e do mal. Eu achava que era isto o halloween.

Afinal, agora que sou obrigada a conhecer um pouco mais esta festa (o que, perto do que eu sabia até hoje, é muito), faço uma descoberta: o halloween interessa-me, e muito.

O lado lúdico da coisa continua a provocar-me alguma aversão (quase tinha vontade de fazer uma boneca centrando-me só neste aspecto lúdico… seria uma espécie de auto-exorcismo…), mas pode ser que daqui a alguns dias tenha o efeito inverso…

Então vá, sentem-se confortavelmente que a Rama vai contar-vos (quase) tudo:

O halloween tem a sua origem na celebração religiosa celta Samhain (assim chamada na Irlanda; na Gália, a celebração era chamada de Samonios), the festival of the dead.

O dia 31 de Outubro era, no calendário celta, o último dia do ano, que coincidia com o último dia do Verão. Era em torno desta data que se realizavam as festividades celtas, organizadas pelos druidas, nas quais se celebrava o fim do Verão, se festejava a morte de um ano e o nascimento do outro e se assegurava que o novo ano seria fértil e próspero, agradecendo ao Sol as colheitas que lhes permitiriam enfrentar as trevas e o frio do período do Inverno.

Na Samhain. celebrava-se também a “Festa dos Mortos”. Acreditava-se que, em datas como esta, as barreiras entre o mundo terrestre e o mundo espiritual eram quebradas, permitindo que os humanos conseguissem ver as fadas.

John Anster Fitzgerald, The Wake (s.d.)

John Anster Fitzgerald, The Wake (s.d.)

Era ainda neste último dia do ano que os espíritos podiam visitar os seus amigos e familiares e que o Deus da Morte reunia as almas daqueles que tinham morrido ao longo do ano (e que se encontravam no limbo) e lhes dava a conhecer  o seu destino.

Ingmar Bergman, O Sétimo Selo, 1957. Um dos melhores filmes que alguma vez vi.

Ingmar Bergman, O Sétimo Selo, 1957.

A viagem da celebração celta Samhain até aos dias de hoje, enquanto halloween, passa pelo “Dia de Todos os Mártires” da Igreja da Síria (séc. IV), pela conversão de um templo romano dedicado a todos os deuses num templo cristão dedicado a “todos os santos” e pela decisão do Papa Gregório IV de transformar a festa de todos os santos em celebração universal, decretando o dia 1 de Novembro o “Dia de Todos os Santos”.

William Bell Scott, Hallow’s Eve (s.d.)

William Bell Scott, Hallow’s Eve (s.d.)

A noite de 31 de Outubro é, assim, uma noite de vigília, a celebração vespertina do Dia de Todos os Santos, em inglês chamada de All Hallow’s Eve (“Vigília de Todos os Santos”). Esta designação sofreu várias transformações (All Hallowed Eve > All Hallow Een) até chegar ao actual halloween.

Amanhã: a fascinante história d’As Maquiavélicas-Abóboras-Iluminadas-Que-Afinal-Eram-Nabos ou Jack-o’-Lantern – Uma História Diabólica.

Hunter Jay, Exuberant Pumpkin, 2007

Hunter Jay, Exuberant Pumpkin, 2007

Preocupações de merda 03/10/2009

Posted by rama in Mamis.
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A coisa, por estes lados, não tem andado famosa… há 2 semanas que a migalha cá de casa anda, como diz a empregada da limpeza da escola dele, “presa”. A senhora revelou-se uma amigalhaça. Quando vou buscar a migalha à escola, lá está a dona L. nas limpezas da sala. E eu aproveito e choro-lhe no ombro. E papo aqueles conselhos todos e as mezinhas fantásticas e “o que resultou com a minha menina foi levá-la para o mar porque afinal era tudo psicológico” e choro ainda mais porque as mezinhas e o mar, com o meu menino, não funcionam.

Para a semana, a dona L. já não me vai ter a alagar-lhe a roupa – ontem, a migalha “desprendeu-se”! DUAS VEZES! E hoje mais TRÊS! Isto vai de vento em popa, e, cada vez que  a migalha se desprende, dou por mim a gritar a cantiga do cocó. A C. também já aderiu. Por isso, cantamos a três vozes – eu, a migalha e a C. aos berros e a bater palmas.

Já tinha saudades de levar uma vida normal.

A festa da noite 18/09/2009

Posted by rama in Coisas minhas, Mamis, materiais.
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Uma vez por semana, a minha mãe leva as minhas duas crianças ao que a C. (a 1.ª das crianças, que tem 5 anos) chama “a festa da noite”.

A festa começa a anunciar-se horas antes, com a C. e o A. a correrem frenéticos pela nossa enorme casa de 50 m2. Tomam banho, mudam de roupa e cada um escolhe o casaco que quer levar.

Antes sequer de a avó Madalena terminar a frase “está na hora”, dizem-me, já de costas voltadas, um “Adeus!” demasiado rápido.

É então que começa A Festa da Noite. Que consiste em nada mais do que uma caminhada de 900 metros até ao Chiado, com paragens no Camões, no largo de São Carlos e no largo do Carmo. Os objectivos são: correr nos largos, falar com as pessoas e “descobrir” artistas a animar a rua Garrett.

É esta a festa. Dura cerca de 1h30 e deixa-os exaustos. É uma festa mágica.

Agora, poderia falar da expectativa com que eles aguardam, durante uma semana, a festa da noite.

Mas vou antes falar da minha expectativa. É igualzinha à deles. Estou há dois dias à espera da minha festa, que “chegará” lá para terça-feira: papéis. Papéis lindos encomendados à Shepherds:

Papel italiano Milano

Papel italiano Milano (preto/ouro)

Papel italiano Milano - vermelho/ouro

Papel italiano Milano (vermelho/ouro)

Papel florentino Rosentuch - castanho

Papel florentino Rosentuch (castanho)

Papel florentino Julias Blumen

Papel florentino Julias Blumen

Papel Shepherds - padrão vitoriano impresso por processo serigráfico - verde/ouro

Papel Shepherds - padrão vitoriano serigrafado em papel Fabriano Ingres (verde/ouro)

Papel Shepherds - motivos vitorianos impressos por processo serigráfico em papel Fabriano Ingres - vermelho/dourado

Papel Shepherds - padrão vitoriano serigrafado em papel Fabriano Ingres (vermelho/ouro)

Les Jali Petites - papel nepalês lokta - bronze

Les Jali Petites - papel nepalês Lokta (bronze)

Les Jali Petites - papel nepalês lokta (preto)

Les Jali Petites - papel nepalês Lokta (preto)

Papel japonês Tairei (preto/prata)

Papel japonês Tairei (preto/prata)

As caixas Mami vão ficar lindas!

As caixas Mami 10/09/2009

Posted by rama in Inspirações, Mamis.
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Tenho andado a preparar a chegada das Mamis à Oficina Impossível, o “bazar pós-moderno” da Patrícia e da Catarina na Fábrica do Braço de Prata.

Oficina Impossível - bazar na Fábrica do Braço de Prata (Lisboa)

Oficina Impossível - bazar na Fábrica do Braço de Prata (Lisboa)

coraline_boxE como as Mamis têm de se sentir seguras num ambiente que ainda não conhecem, resolvi que cada uma tinha de ir dentro da sua caixa. E que em cada caixa haveria, para além da Mami, um livro com a sua história. É importante, de quando em quando, relembrarmos de onde vimos. E, para além da Mami e do livro, haverá um segredo. Um segredo muito secreto. A concepção das caixas demorou algum tempo, mas acho que valeu a pena. Uma das minhas inspirações foi a Coraline. Ou melhor, as caixas da Coraline. Há cerca de um ano, pouco antes do lançamento do filme, encontrei, no blog do Jeremy Spake, referência a caixas que algumas pessoas andavam a receber.

Inicialmente, foi-lhes enviado um e-mail como o que se segue:

Dear X,

We are a group of artists, puppet-makers and animators who, for the past three years, have been working on our new film, Coraline. We are great admirers of your work online and therefore want to send you something special. Something handcrafted. We only made 50 of these something specials, and we think yours will be right up your alley. We’d love to send it to you soon, so please email us back with your mailing address at your earliest convenience.

Sincerely,

The Coraline Team

Ao todo, 50 caixas foram enviadas para bloggers admiradores de Neil Gaiman, escolhidos a dedo pelos criadores de Coraline. As caixas eram todas diferentes umas das outras e continham elementos tão variados como…

... a chave

... a chave...

... fotografias...

... fotografias...

... uma mão da Coraline...

... uma mão da Coraline...

... a pedra mágica...

... a pedra mágica...

... personagens do filme...

... personagens do filme...

etc., etc.

Algumas das caixas (podem ver mais aqui):

 Deve ser óptimo receber um presente destes: uma caixa mágica cheia de segredos lá dentro. Assim serão as caixas Mami.

Já reuni os materiais necessários e comecei a construir a primeira caixa. Claro que tive de pedir à mãe Madalena que me passasse algumas noções de encadernação (e algumas ferramentas também)… as caixas são feitas em cartão e forradas, por dentro e por fora, com papéis japoneses, tibetanos, franceses ou italianos.

Lá para o final da semana terei pelo menos a primeira caixa terminada.

O exterior vai ser forrado com este papel: 

Papel Kongpo

Papel Kongpo

E mais não digo que amanhã há mais.

Um presente… 31/08/2009

Posted by rama in Coisas minhas.
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A Rama está toda orgulhosa com o brinquedo novo:

Este MacBook Pro vem substituir o meu IBM portátil, que pesa 350 kg e ao qual faltam 9 teclas (proezas do A….).

Obrigada, Bruno!!