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Mami Juno – a dama-pavão 31/08/2009

Posted by rama in Fabrico_bonecas, Mamis, Mamis em projecto, materiais.
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Vamos começar a chamar a Mami do Haunted Masquerade Blog Event pelo seu nome: Juno, a dama-pavão.

Graças à Droguerie e à Mokuba, que visitei estas férias, tal como faço todos os anos, a minha selecção de materiais para esta Mami está completa:

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Novos projectos 31/08/2009

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A +/- 32 horas de regressar à labuta, dois novos projectos:

Halloween {A Hauntingly Magical Celebration Revealed}

A Fanciful TwistFasten your corsets and lace up your boots!  Put on your top hats and antique black suits!  Curl your mustache and iron your hair, don’t dust off the spider webs, why, they add such flair!!!

It’s time to creep up the spiral staircase, to the ornately carved tiny door, that holds a secret keyhole to another place from long before…

A place where beautiful black daisies grow, with a hint of a royal plum hue…

Where potions are concocted…

And chocolate mushrooms flourish in the mysterious Fairytale Forest

t is in this place where beloved ghosts are free to roam, and tell tales, hundreds of years old.  This is the time of the year, where the ghostly characters start to slowly open their eyes, and think about stretching their legs…

Time to slowly let them out of the glass carnival case…

While ideas of Halloween begin to trickle in, there are magical pumpkin groves nourishing the lives of precious white ghost pumpkins.  Pumpkins who are preparing to be cut from their vine, for All Hallows’ Eve celebrations…

  • 24 de Outubro – uma ideia da Cassandra:

The Haunted Masquerade Blog Event

The Haunted Masquerade Blog Event

The idea is that everyone host their own “Haunted Masquerade ” on their blog on Oct. 24th . You can do your party however you would like. You can display, create, share, and giveaway anything that inspires you. What comes to your mind when you think . . . Masquerade?

Não sei se vou conseguir fazer festas FESTAS mesmo, com pompa, aparato e circunstância… mas pelo menos duas bonecas vão nascer para celebrar o Halloween.

Para a primeira (Halloween) tenho o nome e a inspiração: Mami Lilith e Marcel Schwob. Esta Mami vai falar de sangue e de amor, de ódio e de inveja, de imperfeição e de terra, de tristeza e de eternidade, de força e de feminilidade, de morte e de passagem, de transição. Tentei encontrar esta Lilith entre as irmãs de Monelle (Marcel Schwob, Le Livre de Monelle), mas cheguei  à conclusão que é todas elas. Encontrei-a também no conto “Lilith” (Marcel Schwob, Cœur Double).

Para a segunda (Masquerade), tenho as imagens:

  • o anonimato e o alheamento

Ruth St. Denis na praia de Atascadero, Calif., 1916, Denishawn Collection, New York Public Library http://digitalgallery.nypl.org/nypldigital/id?DEN_0415V

  • a mulher-pavão

Ruth St. Denis em "The Peacock", 1914, Denishawn Collection, NYPL http://digitalgallery.nypl.org/nypldigital/id?DEN_0185V

Ruth St. Denis em "The Peacock", 1914, Denishawn Collection, NYPL http://digitalgallery.nypl.org/nypldigital/id?DEN_0184V

  • a verdade e a mentira, o que escondemos e o que deixamos que vejam, o negro e o luminoso, a vida e a morte

Life Magazine

O post de 22 de Agosto… 22/08/2009

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… e já está tudo ok.

Hoje é dia 22 de Agosto.

É dia de…

wizard of oz gala

We’re off to see the wonderful Wizard of Oz!!

E a Mami Dorothy está pronta para a viagem.

Alguns pontos importantes, antes de passarmos às outras fotografias:

– decidi que, afinal, a Dorothy não tem flores nenhumas na cabeça nem camisa por baixo do vestido (seria uma atrocidade pôr-lhe uma camisa com o calor que estava na Dordonha…);

– o “caracol da C.” revelou-se mais do que um simples enfeite;

– a Dorothy versão Mami não tem um vestido de peitilho aos quadrados azuis nem vem acompanhada de um cão – é intencional; basta-lhe o coração que traz escondido no peito (neste caso, um pouco abaixo da cintura, por ser o melhor local para se ter o coração, segundo a C.);

– a Dorothy versão Mami não tem fivelas douradas nos lindos sapatinhos de rubi nem meias azuis – não é intencional. Não tive tempo.

Aqui está a Mami Dorothy, que partiu hoje de Paris em busca do Feiticeiro de Oz:

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Vejam o que os outros participantes nesta gala prepararam para celebrar o 70.° aniversário do filme O Feiticeiro de Oz no site das Two Crazy Crafters, na barra lateral.

O post de 20 de Agosto… 22/08/2009

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… ficou-se pela intenção. Estou há uns dias sem acesso à Internet. Por isso, hoje vai tudo de rajada.

POST DE 20 DE AGOSTO

Capa d'O Feiticeiro de Oz - "L. Frank Baum. Copyright application and title page deposit for The Wonderful Wizard of Oz, 1900.  U.S. Copyright Office Archives (7)"

Capa d'O Feiticeiro de Oz - "L. Frank Baum. Copyright application and title page deposit for The Wonderful Wizard of Oz, 1900. U.S. Copyright Office Archives (7)"

Ilustração constante da edição original.

Ilustração constante da edição original.

Uma das minhas cenas preferidas do filme.

Uma das minhas cenas preferidas do filme.

É assim a Dorothy: receosa, mas curiosa e corajosa; cheia de dúvidas, mas decidida; amiga, leal e, sobretudo, emotiva, com um grande apego aos que lhe são queridos e ao que considera o seu espaço (Bachelard falaria na casa, na concha, no ovo, o espaço do qual nos afastamos só para depois podermos voltar).

É assim a Dorothy: receosa, mas curiosa e corajosa; cheia de dúvidas, mas decidida; amiga, leal e, sobretudo, emotiva, com um grande apego aos que lhe são queridos e ao que considera o seu espaço (Bachelard falaria na casa, na concha, no ovo, o espaço do qual nos afastamos só para depois podermos voltar).

Adoro esta bruxa. E estes sapatos.

Adoro esta bruxa. E estes sapatos.


… e a Mami Dorothy já tem rosto…

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… e coração – ideia e pintura da C.:

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BX_P1050459

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A Mami Dorothy esta a chegar… 19/08/2009

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Uma fotografia da Carlota... e eu que pensava que era a minha cara que ela queria...

Uma fotografia da Carlota... e eu que pensava que era a minha cara que ela queria...

… e sem acentos! E o que da trabalhar à pressa num teclado azerty…
Entre passeios e caminhadas, a Mami Dorothy vai nascendo… o trabalho de parto esta a correr bem, mas a coisa tem de ser apressada… amanhã de manhã ja tera cara…
Aqui vão algumas imagens (da Dorothy, da Carlota e da Dordonha…):

No meio da floresta... uma caixa.

No meio da floresta... uma caixa.

... e dentro da caixa... oh! as pernas da Mami Dorothy! E os sapatos de rubi também!

... e dentro da caixa... oh! as pernas da Mami Dorothy! E os sapatos de rubi também!

... uma Mami com cabeça, tronco e membros.

... uma Mami com cabeça, tronco e membros.

O rosto da Dorothy chega amanhã...

Como não podia trazer o atelier inteiro comigo, esta foi a minha selecção para a Dorothy... so espero que não me falte nada...

Como não podia trazer o atelier inteiro comigo, esta foi a minha selecção para a Dorothy... so espero que não me falte nada...

O ouro dos sapatos de rubi. O caracol é so porque fica bonito com tudo o resto (ideia da Carlota).

O ouro dos sapatos de rubi. O caracol é so porque fica bonito com tudo o resto (ideia da Carlota).

Enfeites para o cabelo e renda para a camisa da Dorothy.

Enfeites para o cabelo e renda para a camisa da Dorothy.

Ainda estou indecisa quanto às flores a utilizar. De qualquer forma, as mangas serão feitas com este pedaço de tecido cru e o vestido com a seda azul.

Ainda estou indecisa quanto às flores a utilizar. De qualquer forma, as mangas serão feitas com este pedaço de tecido cru e o vestido com a seda azul.

E daqui nascera a Dorothy.

E daqui nascera a Dorothy.

Tenho duas crianças e uma irmã prestes a estrafegar-me por não estar à mesa com elas…
Amanhã ha mais.

Os duendes da Dordonha 16/08/2009

Posted by rama in Coisas minhas.
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Duenda Carlota

Duenda C.

... é assim que os duendes se escondem...

... é assim que os duendes se escondem...

... e às vezes assim...

... e às vezes assim...

O Afonso também tinha uma coroa de flores mas recusou-se a usá-la: "É de menina..."

O A. também tinha uma coroa de flores mas recusou-se a usá-la: "É de menina..."

… faltam 6 dias para irmos visitar o Feiticeiro de Oz… 16/08/2009

Posted by rama in Coisas minhas, Mamis, Mamis em projecto.
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… e a Mami Dorothy ainda não está pronta!

Esta Mami vai participar na Wizard of Oz Gala, uma iniciativa das Two Crazy Crafters para comemorar o 70° aniversário do filme The Wonderful Wizard of Oz.

Ilustração de John R. Neill, in Kabumpo in Oz, © 1922 The Reilly and Lee Co.

Ilustração de John R. Neill, in Kabumpo in Oz, © 1922 The Reilly and Lee Co.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dordonha - França

Dordonha - França

Quem me dera poder dizer que a Internet sem fios funciona às mil maravilhas… mas não é o caso. Ainda para mais, estou a escrever num teclado azerty e sempre a ter de corrigir palavras com letras trocqdqs e sem qcentos. E, como se isso não bastasse, estou perdida no meio da Dordonha, para os lados de St-Cyprien, com duas crianças em êxtase a gritar pela piscina, por passeios pelo bosque, por bicicletas, por construções de casinhas para os esquilos…

Casas de esquilos da Carlota

Casas de esquilos da Carlota

Idem

Idem

Idem

Idem

Construção das casas de esquilos

Construção das casas de esquilos

Mais uns móveis das casas dos esquilos...

Mais uns móveis das casas dos esquilos...

Idem

Idem

Por isso, a minha pesquisa sobre o tema Oz será dada a conhecer mais tarde, lá para dia 30, quando tiver chegado a Lisboa. Até lá, apresentarei, na medida do possível, os progressos desta Mami em formação e algumas das imagens que me inspiraram… mas sem grandes conversas…

Mami Mariana – Das imagens e das palavras reais ou imaginadas, da perda e do labirinto da ausência 28/07/2009

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Edição ilustrada por Matisse das «Lettres Portugaises»

Lettres d'une religieuse portugaise (Mariana Alcoforado), Paris: Teriade, 1946 (edição das Cartas Portuguesas com litografias de Matisse)

Num consegui acabar de ler o Dicionário Khazar. Nunca desvendei este mistério.

Mariana Alcoforado

Mariana Alcoforado

Tenho a versão feminina, e lembro-me de ter feito uma pesquisa na Internet para tentar apanhar as diferenças entre esta versão e a masculina. Lembro-me também de ter encontrado o que procurava. Mas não me lembro do que encontrei. Castigo de Deus. É bem feito, para aprender a não fazer batota.

A partir da próxima semana recomeço a lê-lo.

Quando abri o livro (há quantos anos estaria o dicionário à espera disto?), (re)encontrei uma dedicatória do Spini, acompanhada de um texto do Jorge Luís Borges:

  
Nöel Bouton

Nöel Bouton

A posse do ontem

Sei que perdi tantas coisas que não poderia contá-las, e que essas perdas são agora o que é meu. Sei que perdi o amarelo e o preto e penso nessas impossíveis cores. Como não pensam os que vêem. O meu pai morreu e está sempre a meu lado. Quando quero escandir versos de Swinburne, faço-o, dizem-me, com a voz dele.

Lettres portugaises, frontispício da 1.ª edição - Gabriel-Joseph de La Vergne, comte de Guilleragues

Lettres portugaises, frontispício da 1.ª edição - Gabriel-Joseph de La Vergne, comte de Guilleragues

Só o que morreu é nosso, só é nosso o que perdemos.

Ilíon passou, mas Ilíon perdura no hexágono que a chora. Israel aconteceu quando era uma antiga nostalgia – todo o poema, como o tempo, é uma elegia. Nossas são as mulheres que nos deixaram, já não sujeitos à véspera, que é angústia, e aos alarmes e terrores da esperança. Não há outros paraísos que não sejam paraísos perdidos.

 

 

  

Assinatura de Maria Anna Alcoforada

Assinatura de «Soror Maria Anna Alcoforada»

 

Soror Mariana Alcoforado por Modigliani (1930)

Soror Mariana Alcoforado por Modigliani (1930) - «Aqui onde estou é o meu limite.» (Dicionário Khazar)

 

Soror Mariana Alcoforado por Matisse (1946) - «Espero teu retorno, que tornará as cartas e os dias supérfluos. E pergunto-me: sera que então aquele outro ainda me escreverá, ou será apenas noite?» (Dicionário Khazar)

Soror Mariana Alcoforado por Matisse (1946) - «Espero teu retorno, que tornará as cartas e os dias supérfluos. E pergunto-me: será que então aquele outro ainda me escreverá, ou será apenas noite?» (Dicionário Khazar)

 

Mariana Alcoforado por Matisse (1950) - «Minha pátria é o silêncio; meu alimento, o mutismo. Estou sentada em meu nome como o remador em seu barco. E odeio-te tanto que não posso dormir.» (Dicionário Khazar)

Mariana Alcoforado por Matisse (1950) - «Minha pátria é o silêncio; meu alimento, o mutismo. Estou sentada em meu nome como o remador em seu barco. E odeio-te tanto que não posso dormir.» (Dicionário Khazar)

Mami Mariana – O início do amor 27/07/2009

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Há sete anos ouvi, pela primeira vez, falar na Mariana.

Durante meses, a minha mãe investigou-a sem parar. Leu livros, procurou imagens, visitou o convento de Beja e falou com quem pôde… e com quem não pôde.

Partilhava comigo cada testemunho que recolhia, cada leitura que fazia, cada dado novo que obtinha. Como sempre fez com tudo desde que eu nasci. E contagiava-me com a história da Mariana. A história do início do amor. 

O resultado desta pesquisa foi um livro de artista de 48 páginas, com gravuras sobre papel Fabriano 300 g e sobre papel Kaki Chine 40 g, capa forrada a linho e folhas de guarda Gampi 50 g. Técnicas utilizadas: água-tinta, água-forte, mezzotinta e photopolymer. A edição é do CPS (Atelier de Gravura e Litografia do CPS – impressores: Humberto Marçal e Rui Marçal) e a tiragem foi de 50 exemplares.

Capa - Mariana, Minha Companheira, livro de artista de Madalena Fonseca, 2002

Capa - Mariana, Minha Companheira, livro de artista de Madalena Fonseca, 2002

Estes são os dados técnicos.

Agora vem tudo o resto.

Excerto da primeira carta de Mariana

Excerto da primeira carta de Mariana

 No séc. XVII, em Portugal, lutava-se com Espanha para a consolidação da restauração da independência. A Guerra da Restauração durou cerca de 28 anos.

É nesta época que Mariana, pertencente à nobre família dos Alcoforados de Beja, entra para o convento com 11 anos. E é já depois de ter professado que Mariana se apaixona perdidamente pelo capitão Bouton, conde de Chamilly. Este cavaleiro veio para Portugal, integrado no regimento francês aquartelado em Beja, para a ajuda da defesa fronteiriça.

Os amantes encontram-se furtivamente e vivem intensamente um amor proibido.

Repentinamente, o cavaleiro regressa a França e Mariana escreve-lhe cinco cartas de amor, que vêm a ser publicadas pela primeira vez em França, em 1669, e em todo o mundo ao longo dos séculos.

Transcrevo um excerto de cada uma delas e tento exprimir por palavras e imagens toda a emoção que as cartas de Mariana me fizeram viver.

Tentei aplacar a dor que a dor da Mariana em mim despertou, olhando demoradamente, num acto íntimo, a riqueza dos motivos ornamentais que povoam o Convento da Conceição de Beja, onde Mariana viveu: observei a ordenação mágica dos elementos, fruí do seu ritmo de movimento, da repetição e da simetria nos padrões.

Gosto de pensar que Mariana também contemplou este mundo mágico de detalhes decorativos. Talvez esta contemplação a tenha reconciliado com o seu mundo interior, devastado pela dor da paixão e do abandono…

Resposta à primeira carta de Mariana

Resposta à primeira carta de Mariana

Idem

«O amor torna-te imensa. Com a perda atinges a eternidade. E os teus apelos, Mariana, quem os escuta?»

 

 

 Mariana Alcoforado nasceu a 22 de Abril de 1640 e morreu a 28 de Julho de 1723. O romance com Nöel Bouton, futuro conde de Chamilly, ocorreu entre 1665 e 1667. Nöel partiu abruptamente para França, deixando a Mariana a promessa de voltar para a levar com ele. Nunca voltou. Mariana escreveu-lhe, entre Dezembro de 1667 e Junho de 1668, cinco cartas. Nunca obteve resposta. Mariana morreu com 83 anos no convento onde sempre vivera. O silêncio de Nöel acendeu gritos no amor de Mariana. Um amor que era só dela. Há amores assim. Só vivem em nós.

A história de Mariana Alcoforado é a história do início do amor.

 

  

A minha mãe partilhou esta dor, esta paixão, esta ausência insuportável, esta presença intolerável, com Mariana. Apresenta, no seu livro Mariana, Minha Companheira, excertos das cartas de Mariana, intercalados com cartas (escritas na primeira pessoa e dirigidas a Mariana) e gravuras. 

 

ADO Challenge 18/07/2009

Posted by rama in Mamis, Mamis em projecto, Mamis no mundo.
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AD

 Há uns dias soube de uma iniciativa fantástica. A Art Dolls Only lançou um desafio: criar uma boneca sob o tema «Os quatro elementos». Aqui vai a explicação:

Your inspiration is the elements, and we challenge you to make a art doll using one, two, three, or all four of the elements as your inspiration. On Friday July 17th participants post their art doll to their blog.Saturday July 18th and Sunday July 19th begins the fun of seeing all the art dolls that have been created! All participants will be listed in the ADO sidebar for easy visiting.Any and all artists are welcome to participate, including non members.Here is your chance to explore the wonderful world of art dolls, first time doll maker, old hat, or have not created in while, all are welcome to join in on the fun!

Decidi participar. A ideia pareceu-me genial e irresistível.

A Mami Madeleine é a minha resposta ao ADO Challenge.

Elemento: AR.

Todo o projecto aqui.

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Vejam as outras propostas: Alena Eliseeva, Archethypal Theatre, Catherine Coyle, Christina Christidou,  Cody Goodin, Drycha, Du Buh Du, Las Noches, PieCake PrimitivesThe Wonderful Place… mais no site da ADO, na barra lateral.