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Raquel, a menina-poética 12/10/2009

Posted by rama in Mamis.
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A Raquel já tem muitos anos. Não é propriamente velhota, mas já tem alguns.

Mesmo com estes anos todos, há muitas coisas que ela ainda não sabe.

Ela não sabe que, quando junta palavras em frases, nos faz sorrir e nos faz chorar. Não sabe que, por isso, nos prolonga a vida.

Ela não sabe que tem a essência da Mami Madeleine – a coragem, a determinação, a sensibilidade, o voo, as asas, a solidão, a tenacidade e a poesia da Madeleine.

Ela não sabe que é a memória do nome que o nosso sangue carrega. Não sabe que é a força do nosso nome.

Acho que não sabe (saberá?) por que razão é uma menina poética.

É poética porque diz poesia em tudo o que faz. Porque tem uma mente que fervilha com o coração, porque, quando está silenciosa, os seus sentires gritam, e (acreditam?) quem está junto dela consegue ouvir o som ensurdecedor das suas palavras mudas.

A Raquel é de ouro e de estrelas, e a Mami Madeleine sempre lhe pertenceu.

Parabéns, querida Raquel.

(Vou fazer batota: amanhã substituo as fotografias – a cozinha, 1h30 da manhã e uma pedrada de sono não são as condições ideais para fotografar seja o que for…)

Oh! um laço... a fechar uma caixa... a caixa da Raquel!

Oh! um laço... a fechar uma caixa... a caixa da Raquel!

Mas esta caixa é enorrrrrrrme! O que estará lá dentro?!

Mas esta caixa é enorrrrrrrme! O que estará lá dentro?!

A Mami Madeleine!! Quando tirar esta mesma fotografia com a luz do Sol, ficará logo tudo com outra frescura... em vez de parecer o caixão do Drácula... Mwahahahahaha! (ando meia maluca com esta história do halloween...)

A Mami Madeleine!! Quando tirar esta mesma fotografia com a luz do Sol, ficará logo tudo com outra frescura... em vez de parecer o caixão do Drácula... Mwahahahahaha! (ando meia maluca com esta história do halloween...)

Mami Lilith – era uma vez o halloween… 08/10/2009

Posted by rama in Mamis, Mamis em projecto.
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O halloween sempre foi uma festa que ignorei.

Nunca me interessou, e sempre me irritaram as brincadeiras, as abóboras, a ridicularização das trevas e do mal. Eu achava que era isto o halloween.

Afinal, agora que sou obrigada a conhecer um pouco mais esta festa (o que, perto do que eu sabia até hoje, é muito), faço uma descoberta: o halloween interessa-me, e muito.

O lado lúdico da coisa continua a provocar-me alguma aversão (quase tinha vontade de fazer uma boneca centrando-me só neste aspecto lúdico… seria uma espécie de auto-exorcismo…), mas pode ser que daqui a alguns dias tenha o efeito inverso…

Então vá, sentem-se confortavelmente que a Rama vai contar-vos (quase) tudo:

O halloween tem a sua origem na celebração religiosa celta Samhain (assim chamada na Irlanda; na Gália, a celebração era chamada de Samonios), the festival of the dead.

O dia 31 de Outubro era, no calendário celta, o último dia do ano, que coincidia com o último dia do Verão. Era em torno desta data que se realizavam as festividades celtas, organizadas pelos druidas, nas quais se celebrava o fim do Verão, se festejava a morte de um ano e o nascimento do outro e se assegurava que o novo ano seria fértil e próspero, agradecendo ao Sol as colheitas que lhes permitiriam enfrentar as trevas e o frio do período do Inverno.

Na Samhain. celebrava-se também a “Festa dos Mortos”. Acreditava-se que, em datas como esta, as barreiras entre o mundo terrestre e o mundo espiritual eram quebradas, permitindo que os humanos conseguissem ver as fadas.

John Anster Fitzgerald, The Wake (s.d.)

John Anster Fitzgerald, The Wake (s.d.)

Era ainda neste último dia do ano que os espíritos podiam visitar os seus amigos e familiares e que o Deus da Morte reunia as almas daqueles que tinham morrido ao longo do ano (e que se encontravam no limbo) e lhes dava a conhecer  o seu destino.

Ingmar Bergman, O Sétimo Selo, 1957. Um dos melhores filmes que alguma vez vi.

Ingmar Bergman, O Sétimo Selo, 1957.

A viagem da celebração celta Samhain até aos dias de hoje, enquanto halloween, passa pelo “Dia de Todos os Mártires” da Igreja da Síria (séc. IV), pela conversão de um templo romano dedicado a todos os deuses num templo cristão dedicado a “todos os santos” e pela decisão do Papa Gregório IV de transformar a festa de todos os santos em celebração universal, decretando o dia 1 de Novembro o “Dia de Todos os Santos”.

William Bell Scott, Hallow’s Eve (s.d.)

William Bell Scott, Hallow’s Eve (s.d.)

A noite de 31 de Outubro é, assim, uma noite de vigília, a celebração vespertina do Dia de Todos os Santos, em inglês chamada de All Hallow’s Eve (“Vigília de Todos os Santos”). Esta designação sofreu várias transformações (All Hallowed Eve > All Hallow Een) até chegar ao actual halloween.

Amanhã: a fascinante história d’As Maquiavélicas-Abóboras-Iluminadas-Que-Afinal-Eram-Nabos ou Jack-o’-Lantern – Uma História Diabólica.

Hunter Jay, Exuberant Pumpkin, 2007

Hunter Jay, Exuberant Pumpkin, 2007

Preocupações de merda 03/10/2009

Posted by rama in Mamis.
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A coisa, por estes lados, não tem andado famosa… há 2 semanas que a migalha cá de casa anda, como diz a empregada da limpeza da escola dele, “presa”. A senhora revelou-se uma amigalhaça. Quando vou buscar a migalha à escola, lá está a dona L. nas limpezas da sala. E eu aproveito e choro-lhe no ombro. E papo aqueles conselhos todos e as mezinhas fantásticas e “o que resultou com a minha menina foi levá-la para o mar porque afinal era tudo psicológico” e choro ainda mais porque as mezinhas e o mar, com o meu menino, não funcionam.

Para a semana, a dona L. já não me vai ter a alagar-lhe a roupa – ontem, a migalha “desprendeu-se”! DUAS VEZES! E hoje mais TRÊS! Isto vai de vento em popa, e, cada vez que  a migalha se desprende, dou por mim a gritar a cantiga do cocó. A C. também já aderiu. Por isso, cantamos a três vozes – eu, a migalha e a C. aos berros e a bater palmas.

Já tinha saudades de levar uma vida normal.

A festa da noite 18/09/2009

Posted by rama in Coisas minhas, Mamis, materiais.
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Uma vez por semana, a minha mãe leva as minhas duas crianças ao que a C. (a 1.ª das crianças, que tem 5 anos) chama “a festa da noite”.

A festa começa a anunciar-se horas antes, com a C. e o A. a correrem frenéticos pela nossa enorme casa de 50 m2. Tomam banho, mudam de roupa e cada um escolhe o casaco que quer levar.

Antes sequer de a avó Madalena terminar a frase “está na hora”, dizem-me, já de costas voltadas, um “Adeus!” demasiado rápido.

É então que começa A Festa da Noite. Que consiste em nada mais do que uma caminhada de 900 metros até ao Chiado, com paragens no Camões, no largo de São Carlos e no largo do Carmo. Os objectivos são: correr nos largos, falar com as pessoas e “descobrir” artistas a animar a rua Garrett.

É esta a festa. Dura cerca de 1h30 e deixa-os exaustos. É uma festa mágica.

Agora, poderia falar da expectativa com que eles aguardam, durante uma semana, a festa da noite.

Mas vou antes falar da minha expectativa. É igualzinha à deles. Estou há dois dias à espera da minha festa, que “chegará” lá para terça-feira: papéis. Papéis lindos encomendados à Shepherds:

Papel italiano Milano

Papel italiano Milano (preto/ouro)

Papel italiano Milano - vermelho/ouro

Papel italiano Milano (vermelho/ouro)

Papel florentino Rosentuch - castanho

Papel florentino Rosentuch (castanho)

Papel florentino Julias Blumen

Papel florentino Julias Blumen

Papel Shepherds - padrão vitoriano impresso por processo serigráfico - verde/ouro

Papel Shepherds - padrão vitoriano serigrafado em papel Fabriano Ingres (verde/ouro)

Papel Shepherds - motivos vitorianos impressos por processo serigráfico em papel Fabriano Ingres - vermelho/dourado

Papel Shepherds - padrão vitoriano serigrafado em papel Fabriano Ingres (vermelho/ouro)

Les Jali Petites - papel nepalês lokta - bronze

Les Jali Petites - papel nepalês Lokta (bronze)

Les Jali Petites - papel nepalês lokta (preto)

Les Jali Petites - papel nepalês Lokta (preto)

Papel japonês Tairei (preto/prata)

Papel japonês Tairei (preto/prata)

As caixas Mami vão ficar lindas!

As caixas Mami 10/09/2009

Posted by rama in Inspirações, Mamis.
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Tenho andado a preparar a chegada das Mamis à Oficina Impossível, o “bazar pós-moderno” da Patrícia e da Catarina na Fábrica do Braço de Prata.

Oficina Impossível - bazar na Fábrica do Braço de Prata (Lisboa)

Oficina Impossível - bazar na Fábrica do Braço de Prata (Lisboa)

coraline_boxE como as Mamis têm de se sentir seguras num ambiente que ainda não conhecem, resolvi que cada uma tinha de ir dentro da sua caixa. E que em cada caixa haveria, para além da Mami, um livro com a sua história. É importante, de quando em quando, relembrarmos de onde vimos. E, para além da Mami e do livro, haverá um segredo. Um segredo muito secreto. A concepção das caixas demorou algum tempo, mas acho que valeu a pena. Uma das minhas inspirações foi a Coraline. Ou melhor, as caixas da Coraline. Há cerca de um ano, pouco antes do lançamento do filme, encontrei, no blog do Jeremy Spake, referência a caixas que algumas pessoas andavam a receber.

Inicialmente, foi-lhes enviado um e-mail como o que se segue:

Dear X,

We are a group of artists, puppet-makers and animators who, for the past three years, have been working on our new film, Coraline. We are great admirers of your work online and therefore want to send you something special. Something handcrafted. We only made 50 of these something specials, and we think yours will be right up your alley. We’d love to send it to you soon, so please email us back with your mailing address at your earliest convenience.

Sincerely,

The Coraline Team

Ao todo, 50 caixas foram enviadas para bloggers admiradores de Neil Gaiman, escolhidos a dedo pelos criadores de Coraline. As caixas eram todas diferentes umas das outras e continham elementos tão variados como…

... a chave

... a chave...

... fotografias...

... fotografias...

... uma mão da Coraline...

... uma mão da Coraline...

... a pedra mágica...

... a pedra mágica...

... personagens do filme...

... personagens do filme...

etc., etc.

Algumas das caixas (podem ver mais aqui):

 Deve ser óptimo receber um presente destes: uma caixa mágica cheia de segredos lá dentro. Assim serão as caixas Mami.

Já reuni os materiais necessários e comecei a construir a primeira caixa. Claro que tive de pedir à mãe Madalena que me passasse algumas noções de encadernação (e algumas ferramentas também)… as caixas são feitas em cartão e forradas, por dentro e por fora, com papéis japoneses, tibetanos, franceses ou italianos.

Lá para o final da semana terei pelo menos a primeira caixa terminada.

O exterior vai ser forrado com este papel: 

Papel Kongpo

Papel Kongpo

E mais não digo que amanhã há mais.

Um presente… 31/08/2009

Posted by rama in Coisas minhas.
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A Rama está toda orgulhosa com o brinquedo novo:

Este MacBook Pro vem substituir o meu IBM portátil, que pesa 350 kg e ao qual faltam 9 teclas (proezas do A….).

Obrigada, Bruno!!

Mami Juno – a dama-pavão 31/08/2009

Posted by rama in Fabrico_bonecas, Mamis, Mamis em projecto, materiais.
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Vamos começar a chamar a Mami do Haunted Masquerade Blog Event pelo seu nome: Juno, a dama-pavão.

Graças à Droguerie e à Mokuba, que visitei estas férias, tal como faço todos os anos, a minha selecção de materiais para esta Mami está completa:

Novos projectos 31/08/2009

Posted by rama in Mamis, Mamis em projecto.
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A +/- 32 horas de regressar à labuta, dois novos projectos:

Halloween {A Hauntingly Magical Celebration Revealed}

A Fanciful TwistFasten your corsets and lace up your boots!  Put on your top hats and antique black suits!  Curl your mustache and iron your hair, don’t dust off the spider webs, why, they add such flair!!!

It’s time to creep up the spiral staircase, to the ornately carved tiny door, that holds a secret keyhole to another place from long before…

A place where beautiful black daisies grow, with a hint of a royal plum hue…

Where potions are concocted…

And chocolate mushrooms flourish in the mysterious Fairytale Forest

t is in this place where beloved ghosts are free to roam, and tell tales, hundreds of years old.  This is the time of the year, where the ghostly characters start to slowly open their eyes, and think about stretching their legs…

Time to slowly let them out of the glass carnival case…

While ideas of Halloween begin to trickle in, there are magical pumpkin groves nourishing the lives of precious white ghost pumpkins.  Pumpkins who are preparing to be cut from their vine, for All Hallows’ Eve celebrations…

  • 24 de Outubro – uma ideia da Cassandra:

The Haunted Masquerade Blog Event

The Haunted Masquerade Blog Event

The idea is that everyone host their own “Haunted Masquerade ” on their blog on Oct. 24th . You can do your party however you would like. You can display, create, share, and giveaway anything that inspires you. What comes to your mind when you think . . . Masquerade?

Não sei se vou conseguir fazer festas FESTAS mesmo, com pompa, aparato e circunstância… mas pelo menos duas bonecas vão nascer para celebrar o Halloween.

Para a primeira (Halloween) tenho o nome e a inspiração: Mami Lilith e Marcel Schwob. Esta Mami vai falar de sangue e de amor, de ódio e de inveja, de imperfeição e de terra, de tristeza e de eternidade, de força e de feminilidade, de morte e de passagem, de transição. Tentei encontrar esta Lilith entre as irmãs de Monelle (Marcel Schwob, Le Livre de Monelle), mas cheguei  à conclusão que é todas elas. Encontrei-a também no conto “Lilith” (Marcel Schwob, Cœur Double).

Para a segunda (Masquerade), tenho as imagens:

  • o anonimato e o alheamento

Ruth St. Denis na praia de Atascadero, Calif., 1916, Denishawn Collection, New York Public Library http://digitalgallery.nypl.org/nypldigital/id?DEN_0415V

  • a mulher-pavão

Ruth St. Denis em "The Peacock", 1914, Denishawn Collection, NYPL http://digitalgallery.nypl.org/nypldigital/id?DEN_0185V

Ruth St. Denis em "The Peacock", 1914, Denishawn Collection, NYPL http://digitalgallery.nypl.org/nypldigital/id?DEN_0184V

  • a verdade e a mentira, o que escondemos e o que deixamos que vejam, o negro e o luminoso, a vida e a morte

Life Magazine

O post de 22 de Agosto… 22/08/2009

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… e já está tudo ok.

Hoje é dia 22 de Agosto.

É dia de…

wizard of oz gala

We’re off to see the wonderful Wizard of Oz!!

E a Mami Dorothy está pronta para a viagem.

Alguns pontos importantes, antes de passarmos às outras fotografias:

- decidi que, afinal, a Dorothy não tem flores nenhumas na cabeça nem camisa por baixo do vestido (seria uma atrocidade pôr-lhe uma camisa com o calor que estava na Dordonha…);

- o “caracol da C.” revelou-se mais do que um simples enfeite;

- a Dorothy versão Mami não tem um vestido de peitilho aos quadrados azuis nem vem acompanhada de um cão – é intencional; basta-lhe o coração que traz escondido no peito (neste caso, um pouco abaixo da cintura, por ser o melhor local para se ter o coração, segundo a C.);

- a Dorothy versão Mami não tem fivelas douradas nos lindos sapatinhos de rubi nem meias azuis – não é intencional. Não tive tempo.

Aqui está a Mami Dorothy, que partiu hoje de Paris em busca do Feiticeiro de Oz:

BX_2_ok_P1050485

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Vejam o que os outros participantes nesta gala prepararam para celebrar o 70.° aniversário do filme O Feiticeiro de Oz no site das Two Crazy Crafters, na barra lateral.

O post de 20 de Agosto… 22/08/2009

Posted by rama in Mamis.
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… ficou-se pela intenção. Estou há uns dias sem acesso à Internet. Por isso, hoje vai tudo de rajada.

POST DE 20 DE AGOSTO

Capa d'O Feiticeiro de Oz - "L. Frank Baum. Copyright application and title page deposit for The Wonderful Wizard of Oz, 1900.  U.S. Copyright Office Archives (7)"

Capa d'O Feiticeiro de Oz - "L. Frank Baum. Copyright application and title page deposit for The Wonderful Wizard of Oz, 1900. U.S. Copyright Office Archives (7)"

Ilustração constante da edição original.

Ilustração constante da edição original.

Uma das minhas cenas preferidas do filme.

Uma das minhas cenas preferidas do filme.

É assim a Dorothy: receosa, mas curiosa e corajosa; cheia de dúvidas, mas decidida; amiga, leal e, sobretudo, emotiva, com um grande apego aos que lhe são queridos e ao que considera o seu espaço (Bachelard falaria na casa, na concha, no ovo, o espaço do qual nos afastamos só para depois podermos voltar).

É assim a Dorothy: receosa, mas curiosa e corajosa; cheia de dúvidas, mas decidida; amiga, leal e, sobretudo, emotiva, com um grande apego aos que lhe são queridos e ao que considera o seu espaço (Bachelard falaria na casa, na concha, no ovo, o espaço do qual nos afastamos só para depois podermos voltar).

Adoro esta bruxa. E estes sapatos.

Adoro esta bruxa. E estes sapatos.


… e a Mami Dorothy já tem rosto…

BX_P1050471

… e coração – ideia e pintura da C.:

BX_P1050461

BX_P1050459

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